domingo, 16 de fevereiro de 2014

QUIRINOPOLIS MERECE PAZ


Um grito contra a violência em Quirinopolis
Um dos assuntos mais discutidos em Quirinópolis em 2013, foi sem sombra de dúvida, a escalada da violência que faz voltar à tona a alcunha pela qual a cidade ficou conhecida em praticamente todo o Brasil a partir da década de 1960 - Criminópolis. Embora a violência pela qual a cidade era conhecida se valia sobretudo de uma violência caracterizada por conflitos doméstico, sobretudo de famílias que lutavam pela hegemonia das terras locais, principalmente na formação de chefes de famílias valentões que tinha com inspiração o forasteiro nordestino Lampião, conforme cita Cavalcante (2001). Mas hoje essa violência está bastante diversificada, mas tendo como principal centro irradiador, os furtos aos comércios. Mesmo que seja um problema infiltrado do convívio humano desde os primórdios da sociedade, hoje em Quirinópolis, se transformou em um verdadeiro drama urbano. De acordo com Santos (1993) a cidade é um espaço marcado pela complexidade de suas relações, a cidade e, consequentemente os agentes que a compõe engendram entre si debates acerca das mais diferentes questões. E sem dúvida quaisquer que sejam as questões, o poder público administrativo estará sempre presente. Neste contexo, Quirinópolis hoje se insere neste espaço complexo, onde entender esse desafio urbano hoje, que se chama violência não é tarefa fácil. Apontar culpados, as vezes torna-se fácil e até mesmo conveniente. Mas no entanto retratar e diagnosticar de maneira cirúrgica o problema não é tarefa fácil. Hoje Quirinópolis vive em uma ebulição econômica e demográfica fruto de grandes investimentos no setor sucroalcooleiro, fazendo com que tenha uma atratividade natural de pessoas de diferentes parte do Brasil em busca principalmente de oportunidades de trabalho, paralelo a isso atrai também pessoas que as vezes pela falta de oportunidade, sendo que não as permitem uma inserção no mercado de trabalho, devido a um forte apelo de qualificação de mao-de-obra, faz com que busquem alternativas de sobrevivência. Encontrando-se assim com as práticas ilícitas que combinam com outros problemas urbanos, como o culto a riqueza e a luxuria e a fatídica aura do mundo dos entorpecentes. A partir do momento que os setores organizados da sociedade não discutem e não conseguem identificar o surgimento desses problemas, e não planejam nem executam políticas afirmativas no sentido de se fazer uma blindagem social a eles, cria um ambiente perfeito para a eclosão dos mesmos. Os furtos a mão armada hoje em Quirinópolis é sem dúvida o maior drama urbana, que tem incomodado e tirado o sossego de uma parte da sociedade local que ainda não tinha enfrentado tal situação. Na tentativa de buscar alternativas para o enfrentamento, é inegável que o Conselho Municipal de Segurança não tem ficado de braços cruzados. Mas hoje o que se percebe necessita muito mais que uma ação do conselho para neutralizar os efeitos desse drama urbano. Hoje faz-se necessário grandes investimentos em um policiamento ostensivo e com um contingente que se equilibre com as estatística e os altos índices de incidência de delitos de toda espécie. O sentimento instalado hoje na sociedade quirinopolina é que algo deve ser feito imediatamente, assim sendo, em uma despretensiosa conversa com meus alunos da Faculdade Quirinópolis, os mesmo me incentivaram e encorajaram a deflagrar uma campanha nas redes sociais. E em menos de 24h as postagens com a logomarca da campanha já tinha mais de 500 compartilhamento. Participação popular Junto a campanha foi criada também uma enquete, solicitando do internauta qual a ação mais urgente hoje em Quirinópolis. Sendo que foram dadas opções para que os mesmos escolhessem essas ações. A plataforma enquetes para facebook, hospedou a sondagem, que nos dias 13 e 14 de fevereiro teve a participação de mais de 250 pessoas. E que a partir de 20 de fevereiro será reaberta. Abaixo o resultado da primeira rodada da sondagem do “enquetes para facebook”.
Postagem da citação com maior incidência
A campanha e a logomarca Quem disse que é so o branco a cor da paz? Abaixo alguns post publicados nas redes sociais. A diversidade de cores decorre principalmente pela ‘cromopatologia’ pela qual sofre os quirinopolinos (sic). Onde cores associam a escolhas e ideologias. Assim sendo, apresentou-se uma diversidade de cores para compartilhamento. Vejam abaixo

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Usina de Nova Fronteira é destaque na Safra 2013/14


De acordo com a revista eletrônica especializada (primeira revista digital do setor sucroenergético) O grupo São Martinho que faz parte junto com a Petrobrás é responsável pela gestão compartilhada da Usina Nova Fronteira bateu recordo mundial de esmagamento de cana na safra 2013/14, com mais de 15 milhões de toneladas de cana processada (ver tabela a seguir). Segundo o periódico o grupo hoje é um dos mais sólidos modelo de gestão do setor em todo Brasil, e foi matéria de capa no mês de janeiro de 2014 (http://canaonline.com.br/canaonline/index.php/edicoes/item/17-canaonline-06) Embora seja a maior processadora de cana-de-açúcar do planeta, o que mais destaca no grupo São Martinhos não é o gigantismo dos números, mas sim a excelência que atingiu ao longo de toda a cadeia protudiva - desde a área agrícola até o embarque do produto acabado, passando inclusive pela gestão de pessoas e pela ações sustentáveis, afirma o periódico Canaonline.

De acordo com Luiz Gustavo Teixeira, Gerente de plantio o sucesso da empresa é creditado sobretudo aos seguintes aspectos: plnatio de primeira, excelência em mecanização e ao aperfeiçoamento continuo de sua tecnologia

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

QUIRINÓPOLIS – Mãos e Olhares Diferentes III

QUIRINÓPOLIS – Mãos e Olhares Diferentes III
A terceira edição do Livro que conta a história de Quirinópolis, sob vários e olhares e diferentes mãos será lançada no segundo semestre de 2014. De acordo com a Organizadora da obra, a Professora Mestra Maria da Felicidade Alves Urzedo, esta edição terá como temática “as regiões” do município de Quirinópolis. A estimativa é que mais de 60 autores participem desta edição. A distribuição das atribuições se deu por regiões sendo que o município é composto por 21 regiões, espera-se que cada uma delas tenha de 2 a 3 autores que se encarregaram de realizar uma vasta pesquisa de campo e a posteriori a redação do capitulo correspondente a sua região. As regiões são as seguintes: Bruacas, Cachoeirinha do Rio Preto, Confusão do Rio Preto, Córrego Fundo, Córrego Raso, Douradinho, Fortaleza, Guarirobas, Inhumas, Invejosa, Jacaré, Lendas do rio preto, Limeira, Mandengo, Paredão, Pedra lisa, Perdizes, Rosa, Salgado, Sete lagoas e Viradouro. (ver mapa abaixo)
A Região do Douradinho é a primeira a receber autores
Da esquerda para direita, os professores Leon Corrêa, Josemir do Carmo e Acrísio Neto. A Região do Douradinho, localizada na região sudoeste do município teve o privilégio de ser a primeira a receber a visita dos autores da terceira versão da obra, os professores Acrisio Neto, Josemir do Carmo e Leon Corrêa estiveram presentes na propriedades do “Seu” Geovane Pereira (28/12/2013) e “Seu” Anicésio (19/01/2014), onde realizaram entrevistas com mais de 40 moradores da região. >

sábado, 6 de julho de 2013

PROJETO 8 SEGUNDOS - Presente na 34a. Exposição Agropecuária de Quirinópolis


Uma Iniciativa de amparo aos competidores em Touro
O projeto * 8 Segundos * é uma atividade pioneira no Brasil, idealizado e criado pelo professor Leon Alves Corrêa (UEG/FAQUI) e por Marlon Rodrigues (ex-aluno da UEG) o projeto hoje leva no nome de Quirinópolis para os quatro cantos do País. O projeto foi criado em 2004. Em seus quase dez anos de execução o projeto ja realizou aproximadamente quinze edições, onde participaram aproximadamente 340 competidores. O objetivo principal do projeto é realizar uma avaliação física com os competidores em touro. O projeto este ano não mais terá a parceria da UEG Quirinópolis, pois o prof. Leon Alves Correa foi desligado da Unidade Universitária de Quirinópolis no mês de Janeiro de 2013, por decisão do Diretor Prof. Gilberto Celestino e coord. do Curso de Geografia Edevaldo A. Souza, que informaram aos acadêmicos, que o mesmo não possuia a formação e a qualificação esperado para o curso de Geografia da mesma Unidade. Sendo assim foi remanejado para a UEG de Pires do Rio, inviabilizando a realização do projeto em parceria com a UnU Quirinópolis. Mas a força do projeto foi demonstrada pelo estabelecimento de duas fortes parcerias, uma com a Prefeitura Municipal de Quirinopolis e outra com a Faculdade Quirinópolis - FAQUI. Os monitores do projeto este ano, serão escolhidos dentre os acadêmicos do curso de Enfermagem. Programação do Projeto

EUA espionaram milhões de mensagens, emails e blogs brasileiros (inclusive este Blog)


País aparece como alvo na vigilância de dados e é o mais monitorado na América Latina

O ex-técnico da CIA Edward Snowden, que denunciou um gigantesco esquema de espionagem liderado pela Agência Nacional de Segurança dos EUA HANDOUT foto: agência Reuters

É o que demonstram documentos aos quais O GLOBO teve acesso. Eles foram coletados por Edward Joseph Snowden, técnico em redes de computação que nos últimos quatro anos trabalhou em programas da NSA entre cerca de 54 mil funcionários de empresas privadas subcontratadas - como a Booz Allen Hamilton e a Dell Corporation. No mês passado, esse americano da Carolina do Norte decidiu delatar as operações de vigilância de comunicações realizadas pela NSA dentro e fora dos Estados Unidos. Snowden se tornou responsável por um dos maiores vazamentos de segredos da História americana, que abalou a credibilidade do governo Barack Obama. Os documentos da NSA são eloquentes. O Brasil, com extensas redes públicas e privadas digitalizadas, operadas por grandes companhias de telecomunicações e de internet, aparece destacado em mapas da agência americana como alvo prioritário no tráfego de telefonia e dados (origem e destino), ao lado de nações como China, Rússia, Irã e Paquistão. É incerto o número de pessoas e empresas espionadas no Brasil. Mas há evidências de que o volume de dados capturados pelo sistema de filtragem nas redes locais de telefonia e internet é constante e em grande escala. Criada há 61 anos, na Guerra Fria, a NSA tem como tarefa espionar comunicações de outros países, decifrando códigos governamentais. Dedica-se, também, a desenvolver sistemas de criptografia para o governo. A agência passou por transformações na era George W. Bush, sobretudo depois dos ataques terroristas em Nova York e Washington, em setembro de 2001. Tornou-se líder em tecnologia de Inteligência aplicada em radares e satélites para coleta de dados em sistemas de telecomunicações, na internet pública e em redes digitais privadas. O governo Obama optou por reforçá-la. Multiplicou-lhe o orçamento, que é secreto como os de outras 14 agências americanas de espionagem. Juntas, elas gastaram US$ 75 bilhões no ano passado, estima a Federação dos Cientistas Americanos, organização não governamental especializada em assuntos de segurança. Outro programa amplia ação A NSA tem 35,2 mil funcionários, segundo documentos. Eles informam também que a agência mantém “parcerias estratégicas” para “apoiar missões” com mais de 80 das “maiores corporações globais” (nos setores de telecomunicações, provedores de internet, infraestrutura de redes, equipamentos, sistemas operacionais e aplicativos, entre outros). Para facilitar sua ação global, a agência mantém parcerias com as maiores empresas de internet americanas. No último 6 de junho, o jornal “The Guardian” informou que o software Prism permite à NSA acesso aos e-mails, conversas online e chamadas de voz de clientes de empresas como Facebook, Google, Microsoft e YouTube. No entanto, esse programa não permite o acesso da agência a todo o universo de comunicações. Grandes volumes de tráfego de telefonemas e de dados na internet ocorrem fora do alcance da NSA e seus parceiros no uso do Prism. Para ampliar seu raio de ação, e construir o sistema de espionagem global que deseja, a agência desenvolveu outro programas com parceiros corporativos capazes de lhe fornecer acesso às comunicações internacionais. Um deles é o Fairview, que viabilizou a coleta de dados em redes de comunicação no mundo todo. É usado pela NSA, segundo a descrição em documento a que O GLOBO teve acesso, numa parceria com uma grande empresa de telefonia dos EUA. Ela, por sua vez, mantém relações de negócios com outros serviços de telecomunicações, no Brasil e no mundo. Como resultado das suas relações com empresas não americanas, essa operadora dos EUA tem acesso às redes de comunicações locais, incluindo as brasileiras. Ou seja, através de uma aliança corporativa, a NSA acaba tendo acesso aos sistemas de comunicação fora das fronteiras americanas. O documento descreve o sistema da seguinte forma: “Os parceiros operam nos EUA, mas não têm acesso a informações que transitam nas redes de uma nação, e, por relacionamentos corporativos, fornecem acesso exclusivo às outras [empresas de telecomunicações e provedores de serviços de internet].” Companhias de telecomunicações no Brasil têm esta parceria que dá acesso à empresa americana. O que não fica claro é qual a empresa americana que tem sido usada pela NSA como uma espécie de “ponte”. Também não está claro se as empresas brasileiras estão cientes de como a sua parceria com a empresa dos EUA vem sendo utilizada. Certo mesmo é que a NSA usa o programa Fairview para acessar diretamente o sistema brasileiro de telecomunicações. E é este acesso que lhe permite recolher registros detalhados de telefonemas e e-mails de milhões de pessoas, empresas e instituições. Para espionar comunicações de um residente ou uma empresa instalada nos Estados Unidos, a NSA precisa de autorização judicial emitida por um tribunal especial (a Corte de Vigilância de Inteligência Estrangeira), composto de 11 juízes que se reúnem em segredo. Foi nessa instância, por exemplo, que a agência obteve autorização para acesso durante 90 dias aos registros telefônicos de quase 100 milhões de usuários da Verizon, a maior operadora de telefonia do país. Houve uma extensão do pedido a todas as operadoras americanas - com renovação permanente. Fora das fronteiras americanas, o jogo é diferente. Vigiar pessoas, empresas e instituições estrangeiras é missão da NSA, definida em ordem presidencial (número 12333) há três décadas. Na prática, as fronteiras políticas e jurídicas acabam relativizadas pelos sistemas de coleta, processamento, armazenamento e distribuição das informações. São os mesmos aplicados tanto nos EUA quanto no resto do mundo. Todo tipo de informação armazenada Desde 2008, por exemplo, o governo monitora com autorização judicial hábitos de navegação na internet dentro do território americano. Para tanto, exibiu com êxito um argumento no tribunal especial: o estudo da rotina online de “alvos” domésticos proporcionaria vigilância privilegiada sobre a prática online cotidiana de estrangeiros. Assim, uma pessoa ou empresa “de interesse” residente no Brasil pode ter todas as suas ligações telefônicas e correspondências eletrônicas - enviadas ou recebidas - sob vigilância constante. A agência armazena todo tipo de registros (número discado, tronco e ramal usados, duração, data hora, local, endereço do remetente e do destinatário, bem como endereços de IP - assim como sites visitados). E faz o mesmo com quem estiver na outra ponta da linha, ou em outra tela de computador. Começa aí a vigilância progressiva pela rede de relacionamento de cada interlocutor telefônico ou destinatário da correspondência eletrônica (e-mail, fax, SMS, vídeos, podcasts etc.). A interferência é sempre imperceptível: “Servimos em silêncio” - explica a inscrição numa placa de mármore exposta na sede da NSA em Washington. Espionagem nesse nível, e em escala global, era apenas uma suspeita até o mês passado, quando começaram a ser divulgados os milhares de documentos internos da agência coletados por Snowden dentro da NSA. Desde então, convive-se com a reafirmação de algumas certezas. Uma delas é a do fim da era da privacidade, em qualquer tempo e em qualquer lugar. Principalmente em países como o Brasil, onde o “grampo” já foi até política de Estado, na ditadura militar. Visualizações do Blog do Leon (desde 2009) Brasil, 4179 Estados Unidos, 594 (mais de 256 visualizações foram de espionagem de conteúdo) Rússia,163 Alemanha, 83 Malásia, 21 Portugal, 20 Argentina, 14 Holanda, 13 Ucrânia, 13 França, 12

domingo, 9 de junho de 2013

DIA 05 DE JUNHO - DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE



No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas. A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, em que a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, de tal modo que a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade. Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema. A importância da data está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros. A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da Secretaria Especial do Meio Ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza. Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies de animais. A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água. É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação. E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte, o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos. O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano. Celebrado anualmente desde então no dia 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente cataliza a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.

Os principais objetivos das comemorações são:

• Mostrar o lado humano das questões ambientais; • Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável; • Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais; • Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro e mais próspero.

“A data é um convite para todo o planeta se envolver com a causa ambiental. Todos podemos participar”

Aderindo a campanha do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente


Mais de um bilhão de toneladas de comida são desperdiçadas a cada ano. Para reverter esta situação, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) lançaram no dia 22 de janeiro a campanha global contra o desperdício de alimentos “Pensar. Comer. Conservar. Diga não ao Desperdício”. A iniciativa se dirige especialmente aos consumidores, comerciantes e outros atores sociais da área gastronômica e de hospedagem e reunirá diversas ações contra o desperdício, reunidas em um portal (www.thinkeatsave.org). Segundo a FAO, um terço dos alimentos é perdido durante os processos de produção e venda, um desperdício equivalente a um trilhão de dólares. “Nas regiões industrializadas, quase metade da comida descartada, cerca de 300 milhões de toneladas por ano, ainda está própria para o consumo. Esta quantidade é equivalente a toda a produção de alimentos da África Subsaariana, e suficiente para alimentar 870 milhões de pessoas”, informou o Diretor-Geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva. A campanha fornecerá informações e dicas para evitar o desperdício, reduzir o impacto ambiental e poupar recursos. Os consumidores serão incentivados a não se deixar seduzir por estratégias para consumir mais do que o necessário. Já os comerciantes podem oferecer descontos em produtos próximos da data de validade. A iniciativa é coordenada pelo Save Food Initiative, ação da FAO e da Messe Düsseldorf, e pelo “Desafio Fome Zero”, do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon. Participam também organizações como a WRAP UK, de incentivo à reciclagem, e Feeding the 5000, que distribui alimentos que seriam descartados, além de outros parceiros, como governos nacionais com experiência em políticas contra o desperdício. Saiba detalhes sobre a campanha, em português, no site do PNUMA clicando aqui. http://www.pnuma.org.br/comunicados_detalhar.php?id_comunicados=236